terça-feira, 21 de junho de 2011

Abaixo da média de mercado, proposta da Bosch é reprovada por metalúrgicos e greve continua

Chão de fábrica permanece parado.
Maioria do administrativo roeu a corda.
Caso a empresa ofereça uma nova proposta até o final da tarde de hoje, será realizada uma assembleia na manhã desta quarta-feira (22) 

Os 3,65 mil metalúrgicos da Bosch rejeitaram a nova proposta apresentada pela empresa e continuam de braços cruzados. A greve entra hoje no 5º dia. A maior metalúrgica do Paraná apresentou uma proposta de Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) muito abaixo do que o mercado vem pagando. A Bosch ofereceu uma PLR de R$ 6 mil para 100% das metas, R$ 7 mil para 115% das metas (o que é inatingível, pois as metas já estão extremamente arrochadas) e R$ 8 mil para 130% das metas (patamar igualmente inatingível), com 1ª parcela de 5,2 mil para julho. Empresas de mesmo porte fecharam uma PLR bem maior do que a apresentada pela Bosch, como é o caso da CNH (R$ 8 mil), da Renault (R$ 12 mil), da Volvo (R$ 15 mil) e da Volks (R$11,5 mil). Indústrias de porte menor também estão pagando PLR maiores, tais como a Cabs (60 funcionários e PLR de R$ 7 mil para 100% das metas) e a Seccional (63 funcionários e PLR de R$ 8 mil para 100% das metas). 

Caso a Bosch ofereça uma nova proposta até o final da tarde de hoje (21), será realizada uma nova assembleia na manhã desta quarta-feira (22) para definir os rumos da mobilização. Caso a empresa não se manifeste e não apresente uma nova proposta, uma nova assembleia será realizada apenas na próxima segunda-feira (27).

Na avaliação do presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, a proposta apresentada pela Bosch está abaixo do esperado pelos trabalhadores. “Temos que considerar o valor para 100% das metas, por que na Bosch jamais foi alcançado acima de 104%, e R$ 6 mil está muito abaixo do valor reivindicado pelos trabalhadores”. 

A reivindicação dos metalúrgicos é de uma PLR de, no mínimo, R$ 9 mil para 100% das metas, valor que representa a média dos benefícios de PLR pagos por empresas do porte da Bosch. 

Administrativo aprova proposta

Os 950 trabalhadores do setor administrativo da Bosch aprovaram a proposta em assembleia na manhã de hoje e voltaram a trabalhar . 

Bosch Curitiba

A fábrica da Bosch, localizada na Cidade Industrial de Curitiba, produz bombas injetoras para sistemas a diesel. A empresa possui mais três plantas no Brasil: duas em Campinas (SP) e uma em Aratu (BA), as quais empregam que empregam 6,6 mil trabalhadores. As unidades instaladas no país fabricam produtos e prestam serviços automotivos para montadoras e para o mercado de reposição, ferramentas elétricas, sistemas de segurança, termotecnologia, máquinas de embalagem e máquinas industriais. Em 2010, os lucros da Bosch mundial chegaram a R$ 118 bilhões.

Fonte: Sítio do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba

domingo, 19 de junho de 2011

Curitiba: Metalúrgicos da Bosch votam massivamente a favor da greve

Nesta manhã de 17 de junho, na CIC (Cidade Industrial de Curitiba), os 4.600 metalúrgicos da planta da Bosch aprovaram massivamente greve por tempo indeterminado. Os operários repudiaram a proposta da empresa alemã no voto e com vaias. 

A Bosch de Curitiba produz bombas injetoras para sistemas diesel e nos últimos anos é uma das empresas que pagou as menores PLR´s na categoria, apesar de ser uma das mais lucrativas. O lucro da empresa no Brasil em 2010 foi de R$ 4,5 bilhões, ao passo que o faturamento mundial foi de R$ 118 bilhões. A proposta apresentada aos trabalhadores e rejeitada por esmagadora maioria foi de R$ 4,8 mil para 100% das metas e de R$ 6 mil para 130% das metas.

A enorme vitória que obtiveram os metalúrgicos da Volks após uma longa greve, conquistando R$ 11,5 mil de PLR, os trabalhadores da Renault (R$ 12 mil de PLR) e da Volvo (R$ 15 mil de PLR), além das inúmeras autopeças e fábricas metalúrgicas de outros segmentos, fortificou o ânimo dos operários da categoria, que estão realizando uma onda de greves vitoriosas no parque industrial de Curitiba.

Na CNH (Case New Holland), que fabrica máquinas colhedoras e tratores agrícolas, os trabalhadores aceitarem nesta manhã sem greve a proposta da empresa de R$ 8 mil para PLR, valor 60% superior ao que foi pago no ano passado. Preocupadas com a onda de greves, algumas empresas estão apresentando propostas 60 – 70% superior ao que pagaram no ano de 2010 já no início das negociações.

O PSTU apoia greve dos operários da planta da Bosch. Os trabalhadores reivindicam PLR de R$ 9 mil para 100% das metas, e pela força da assembleia e disposição de luta que contaminou a todos, tem tudo para saírem vitoriosos.

MARCELLO LOCATELLI BARBATO, DE CURITIBA (PR)
Fonte: Sítio do PSTU

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Operários terceirizados param plataformas de petróleo da Bacia de Campos

É histórico! Os operários terceirizados pararam por tempo indeterminado na Bacia de Campos. Neste dia 14 de junho, em Macaé (RJ), cerca de 400 operários foram a assembleia dos trabalhadores da construção, pintura e montagem das plataformas de petróleo da Bacia de Campos e deflagraram greve por tempo indeterminado. Além destes, foram apresentadas mais de 1.500 assinaturas. representando os trabalhadores favoráveis a greve mas que estavam embarcados nas plataformas. 

O presidente do sindicato (SINTIPICC), no início da assembleia, até que tentou desviar a greve, para uma via meramente jurídica e aceitar a proposta da patronal. Mas os operários estavam “virados no capeta” e nem deixaram terminar sua fala, interrompida aos gritos de "greve, greve". Os mais antigos contam que há muitos anos não se via algo assim.

A mobilização começou há 45 dias com uma primeira assembleia que surpreendeu o sindicato e votou pela paralisação de dois dias. As redes sociais funcionaram como rastilho de pólvora e “incendiaram” os mares tomando as plataformas uma à uma. Foram dezenas de plataformas entre elas: Cherne-1 e 2, Enchova, PNA-1 e 2, P-7, P-8, P-48, P-20, P-12 e outras. Boa parte das operações foram interrompidas já que os terceirizados são em maior número nas plataformas da Petrobrás. Desde os guindastes até os pousos dos helicópteros, que são o único meio de transporte de pessoas para as plataformas, foram paralisados. Algumas lideranças da greve foram obrigadas a desembarcar mas os trabalhadores ameaçaram “sair no braço” se os líderes fossem retirados. No dia 15, na mesa de negociação, a patronal rejeitou nosso pedido de 30% aumento salarial, oferecendo apenas 9%. Sendo assim, dia 21 já começam os piquetes nos aeroportos, de onde partem as aeronaves que levam os trabalhadores às plataformas.

Terceirização

Certamente a terceirização nas unidades da Petrobrás é das mais absurdas do país. Para cada trabalhador efetivo da empresa, existem 6 terceirizados, que cumprem as mais diversificadas tarefas, desde a movimentação de cargas, cozinha, limpeza, até atividades bastante complexas de mecânica, estimulação de poços, robótica submarina e outras.

Os contratados, na sua maioria, ganham salários muito baixos e executam as tarefas mais perigosas. De todos os acidentes com morte, que ocorrem nas embarcações, 80% são com os contratados. A carga horária de embarque para um trabalhador efetivo da Petrobrás, é de 14 dias de trabalho para 21 dias de folga. Já um terceirizado que embarca, é de 14 dias de trabalho para 14 dias de folga. Porém, nas plataformas que não são da Petrobrás, é possível encontrar trabalhadores embarcados há mais de 50 dias. As mulheres contratadas sofrem muito com os assédios. Muitas são demitidas ao engravidar e geralmente ganham muito mal.

O banditismo sindical

Outro grande problema do trabalhador offshore (embarcado) são suas representações sindicais. São vários sindicatos para várias funções que só dispersam e atrapalham a unidade dos trabalhadores. O SINTPICC é dirigido há anos por uma família. Muitos de nós trabalhadores nos queixamos de sempre que entramos no sindicato somos logo abordados por capangas armados que nos tratam como se fôssemos marginais. O enriquecimento, as relações promíscuas com a patronal e o banditismo são características dessas direções que tornam a luta contra o patrão uma verdadeira guerra perigosa. Por outro lado, são direções detestadas pela classe operária. 

O SINTPICC nunca chamou tal mobilização no passado e atua contra ela desde o início. Mesmo na greve, o sindicato continua amplamente rechaçado na base.

Tomar de greve a Bacia de Campos

A Bacia de Campos é responsável por 85% da produção de petróleo nacional, além de Cabiúnas, onde ameaça parar também, que produz 52% do gás natural. O Petróleo é a principal base energética de toda a sociedade capitalista moderna. Esta produção é estratégica para a Soberania Nacional e principalmente para o povo e os trabalhadores.

Os petroleiros efetivos e contratados devem se unir, em uma greve unificada. Em breve começará a brava campanha de PLR da Petrobrás. A audácia e a coragem do inesperado já começam a incendiar a Bacia e a sua chama parece queimar e contagiar quem estiver próximo.

MIGUEL FRUNGE, DE MACAÉ (RJ)
Fonte: Sítio do PSTU

Operários do Mineirão fazem greve, pedem aumento e acusam más condições na obra

Obras do Mineirão, que seguem o cronograma, são ameaçadas pela greve dos trabalhadores.

Os operários do Mineirão iniciaram uma greve, nesta quarta-feira, pedindo melhores salários e melhores condições de trabalho na obra do estádio. A manifestação aconteceu do lado de fora do estádio e foi coordenada pelo Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção de BH e Região. A Minas Arena, consórcio responsável pela reforma, nega as acusações dos trabalhadores e se diz aberta à negociação.

“Os trabalhadores pararam as atividades. O que está acontecendo na reforma do Mineirão é vergonhoso. Além dos baixos salários, falta banheiro, falta água… O trabalhador parou exigindo essas melhorias. Parou para reivindicar um trabalho melhor”, disse Osnir Ventura, presidente do sindicato.

Segundo o sindicalista, a grande maioria dos trabalhadores parou suas atividades. Apenas cerca de 30 funcionários estariam dentro da obra, em uma “operação-tartaruga”, como classificou Ventura. A Secretaria Extraordinária de Copa do Mundo de Minas Gerais contesta a informação e, em nota oficial, diz ter sido informada pela Minas Arena que 60 máquinas e equipamentos seguem funcionando normalmente.

A empresa também nega as acusações de falta de banheiros e água, diz que segue padrões de qualidade e segurança e se diz aberta ao diálogo.

Atualmente, os trabalhadores recebem R$ 926 (oficiais) e R$ 605 (serventes) e 60% por hora extra. Eles pedem um aumento de para R$ 1250 e R$ 850, respectivamente, além de hora extra de 100% e uma cesta básica de 35 kg.

Segundo Osnir Ventura, a Minas Arena, consórcio responsável pela reforma do Mineirão, promete uma resposta aos pedidos até as 17h desta quinta.

Os trabalhadores em greve já voltaram para suas casas e prometem realizar uma assembleia na manhã da próxima quinta para deliberar sobre a resposta da empresa.

Gustavo Franceschini
Em São Paulo do Uol (do sítio da CSP-Conlutas)

terça-feira, 14 de junho de 2011

Metalúrgicos da Volks em Curitiba conquistam vitória após quase 40 dias de greve

Foto: www.simec.com.br

No último dia 10 de junho, após quase 40 dias, acabou a greve dos operários da Volks situada no PIC (Parque Industrial de Curitiba), um dos complexos industriais da capital que comporta, além da montadora alemã, diversas autopeças do setor automotivo. 

A disposição de luta dos metalúrgicos da Volks foi um exemplo importante para o conjunto da classe operária de todo país. A empresa se manteve intransigente desde o início, durante todo o período de greve apresentou apenas duas propostas ao sindicato, mas ao final foi obrigada a conceder o chamado “pacotão” aprovado em assembleia pelos trabalhadores. 

Os metalúrgicos ganharam mais do que os R$ 11,5 mil de PLR, obtiveram reajuste de 10,3% nos salários para 2011. Além do abono de R$ 4,2 mil que será pago no final deste ano, conquistaram também avanços no Plano de Cargos e Salários que era reivindicado há mais de dois anos.

Na maioria das fábricas grandes, médias e até mesmo em algumas pequenas, as greves estão arrancando conquistas importantes. A média nos valores pagos de PLR em 2011 na maioria das empresas tem sido 50 - 70% superior em relação à PLR paga em 2010. Nesta semana, duas fábricas importantes da CIC (Cidade Industrial de Curitiba) poderão entrar em greve, em assembleias na porta das plantas da CNH (Case New Holland) e da Bosch os trabalhadores rejeitaram as propostas apresentadas pelas empresas.

É importante entender os motivos e a situação em que acontecem essas greves e lutas econômicas. Em todo país diversas categorias saíram para a luta neste início de governo Dilma. Na construção civil, na educação básica, no serviço público federal, no serviço militar como é caso dos bombeiros do Rio, entre outras. Após 2008, quando estourou a crise econômica mundial, e mais de 1 milhão de demissões aconteceram em todo país, as empresas aumentaram brutalmente a exploração sobre a classe operária, a produtividade aumentou de maneira absurda e, a partir de 2010, as empresas voltaram a investir em contratação e máquinas. 

O agravante é que desde o ano passado a inflação não para de crescer, o que fez o poder de compra do trabalhador diminuir.

No interior das fábricas e nos canteiros de obras os trabalhadores sofreram com o aumento da exploração nos últimos anos, ao mesmo tempo em que viram os lucros da empresas aumentarem. As greves econômicas por melhores salários que assistimos ocorrem porque os trabalhadores resolveram reagir frente ao aumento da inflação, que corrói os salários e aumenta os lucros dos capitalistas. Esta é a situação que os operários da grande Curitiba resolveram enfrentar, através das mais variadas manifestações esta é a situação que deu impulso à disposição de luta que o país assistiu.

O problema é que a inflação vai continuar, porque o governo optou governar para os capitalistas. As conquistas salariais de agora logo serão perdidas em curto prazo. A tendência é que as empresas endureçam e resistam mais em conceder as reivindicações aos trabalhadores nos próximos anos, sobretudo porque o crescimento da economia começa a desacelerar, mas a inflação não dá sinais de diminuir. Sabemos que a maioria do povo brasileiro segue confiando em Dilma, mas temos que dizer que este governo é o maior responsável por garantir os lucros aos capitalistas e também pelo aumento da inflação que corrói nossos salários. Por isso exigimos de Dilma o congelamento dos preços e uma política que priorize o povo pobre e dê fim à inflação.

MARCELLO LOCATELLI BARBATO, DE CURITIBA (PR)
Fonte: Sítio do PSTU

Trabalhadores do Metrofor continuam com atividades paralisadas

Os trabalhadores do Metrofor continuam paralisados nesta terça-feira (14). A mobilização começou ainda nesta segunda-feira (13); eles aguardam uma decisão das empresas sobre as reivindicações por melhores salários, feitas em 1º de abril de 2011.

O protesto envolve trabalhadores do Metrofor, mas ontem (13) era inda mais abrangente, também estavam paralisados os trabalhadores do Pecém e do Castelão, mas eles entraram em acordo, e retornaram às atividades.

Todos os trabalhadores do Metrofor estão reunidos em assembleia na Rua 24 de Maio, no Centro de Fortaleza. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Pesada (Sintepav-CE), os trabalhadores vão paralisar as atividades durante todo o dia de hoje (14).

Os trabalhadores reivindicam reajuste de 13%, cesta básica e adicional de insalubridade e periculosidade. De acordo com o Sintepav, caso as reivindicações não sejam atendidas, eles vão continuar paralisados.

Da Redação às 9:46 de 14/06/2011 - Atualizada às 9:46
Redação Jangadeiro Online, com informações da repórter Caroline Ribeiro

sexta-feira, 10 de junho de 2011

2 operários morrem em obra do Centro de Feiras do CE

Os operários caíram de uma altura de 15 metros. Eles ainda foram levados a um hospital onde já chegaram sem vida


Dois operários morreram no início da tarde de ontem na construção do Centro de Feiras e Eventos do Ceará, obra do Governo do Estado que está em andamento na avenida Washington Soares. Antônio Marcos da Costa e Francisco Antônio Felipe da Silva, conforme informações obtidas no local com dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil de Fortaleza, caíram de uma altura de 15 metros quando uma laje e o andaime onde estavam trabalhando desabou.

José Ribamar Pereira de Almeida, diretor do Sindicato, disse que ao chegar ao canteiro de obras soube que haviam quatro operários envolvidos no trabalho. Um deles havia saído pouco antes para apanhar material, e outro se encontrava em um ponto seguro do andaime que não chegou a desabar. Ainda segundo ele, os trabalhadores informaram que as vítimas não usavam equipamento de segurança, informação, que adiantou, teria sido desmentida pela empresa Galvão Engenharia, responsável pela obra.

O sindicalista disse ainda ter sido informado que Antônio Marcos e Francisco Antônio ainda chegaram a ser encaminhados para o Hospital Militar, na avenida Desembargador Moreira, mas já teriam chegado ao local sem vida. José Oscar Alexandre Gomes e Sérgio Gomes Magalhães, outros dirigentes sindicais que estiveram na obra ontem, afirmaram que este foi o segundo acidente ocorrido naquela construção este ano.

No primeiro, em janeiro passado, não houve mortes, mas quatro operários sofreram ferimentos no desabamento do andaime onde trabalhavam a uma altura de 50 metros, ainda segundo o sindicato. As vítimas, nesse caso, eram ligadas a empresas terceirizadas que atuam em obras no local. Ontem logo após o acidente, os operários foram liberados, e hoje terão folga para participar das homenagens aos colegas mortos. Os dirigentes do sindicato denunciaram o perigo do não uso dos equipamentos de segurança em obras.

ENTENDA A NOTÍCIA

O projeto do Centro de Feiras e Eventos foi lançado pelo governador Cid Gomes em 17 de julho de 2008. As obras começaram em 2009 e desde então vem sendo acompanhadas pela Secretaria do Turismo (Setur).

SAIBA MAIS

Em nota a empresa Galvão Engenharia divulgou o seguinte: “O Consórcio Galvão Andrade Mendonça, com pesar, lamenta o falecimento de dois funcionários na obra de Construção do Centro de Eventos .O Consórcio junto as autoridades competentes está apurando os fatos e prestando a devida atenção aos familiares das vítimas”.

O Pavilhão de Feiras e Eventos de Fortaleza será um centro de convenções que sediará palestras, feiras, shows, congressos, workshops, exposições, seminários, eventos esportivos, e diversos outros realizados na capital cearense. Quando estiver pronto, o espaço poderá receber até 30 mil pessoas em um único evento. Serão investidos R$ 270 mil.

Fonte: Jornal O POVO